Um garoto que navega por um mar de idéias desconexas. Hora os ventos sopram com tanta força, que não tenho a mínima ideia de onde estou indo. Hora não existe vento e meus braços, frágeis e sem força como os de uma criança mimada, não agüentam remar por estas águas da vida... Então é aqui que atiro a este mar os meus meus excessos e os meus cavalos (que em certas horas, tanto me pesam).
Um comentário:
Não vale ficar escondendo o ouro por aí, viu? Assim não vale.
:)
Ps: Plasil é remédio pra enjõo.
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